Recuperação fiscal em Minas terá forte resistência se o Governo Zema não respeitar os militares



Por Subtenente Gonzaga
É de conhecimento de todos, até por que está sendo vastamente anunciado na mídia, que o governador Zema prepara um pacote de medidas para apresentar ao Governo Federal, como contrapartida à liberação de recursos, dentro da chamada recuperação fiscal do estado.
Para apresentar para o governo nossa disposição para o enfrentamento e para a resistência, participei hoje (5/2/19), de uma reunião de trabalho com o vice-governador Dr Paulo Brant, juntamente com o Coronel Zeder, presidente da UMMG, Sargento Bahia, presidente da ASPRA, Cel José Guilherme, vice-presidente do COPM, Coronel Cirilo, presidente da AOPMBM, Cabo Coelho, presidente do CSCS, do Sargento Walter da CUME, do Capitão Leopoldo, presidente da Associação Tiradentes, do Subtenente Heder, presidente eleito da ASPRA, do Coronel Giovanne, Comandante Geral da PMMG, Coronel Estevo, Comandante do CBMMG e do Coronel Borges, Chefe do Gabinete Militar.
A reunião foi a nosso pedido, por entender que não podemos esperar o governador formatar e definir as propostas a serem levadas previamente ao Governo Federal e à Assembléia Legislativa. Sabemos que por força da Lei Complementar 159/2017, a Assembléia tem que aprovar a proposta e as respectivas leis.
Mas sabemos, também, que o governo vai encaminhar algo previamente negociado. Por isso, temos que demonstrar desde logo que não aceitamos que a recuperação implique em perdas de benefícios e direitos.

E os direitos inegociáveis são:

A integralidade e paridade salarial entre ativos e inativos;
A proteção social como núcleo da previdência dos militares, de caráter retributivo;
A integralidade das pensões;
O IPSM como gestor do Sistema de Proteção Social;
A manutenção da carreira e de sua progressão;
O tempo de serviço em trinta anos;
A manutenção da rede orgânica de saúde;
E a definição do sistema de defesa social em lei específica, nos termos da Constituição Federal.

Neste sentido, demonstramos nossa preocupação, entre outros aspectos, com a alteração que o governo insiste em fazer na fórmula de cálculo das despesas com pessoal que, incluídos os terceirizados e pensões, eleva o índice para 80%, impondo um congelamento de salário por longos anos, por conta da lei de responsabilidade fiscal e política de remuneração, cuja lei fora aprovada ainda em 2011.
Também foi demonstrada a disposição da classe de militares em lutar contra a reforma da previdência no plano federal.
Todos os presentes foram muito firmes e incisivos em demonstrar, em nome do conjunto dos militares, a disposição para a resistência, e se ameaçados, retirar a garantia da governabilidade. Da mesma forma todos foram incisivos em afirmar que sem os militares não há governabilidade.

Outro tema também apresentado foi a necessidade de antecipar o pagamento do 13° salário, a garantia do pagamento do passivo devido ao IPSM, como direito dos policiais e bombeiros militares. Foi também demonstrada a realidade desesperadora de muitos militares por conta do atraso, parcelamento e do não pagamento do 13° salário, o que infelizmente ficou sem resposta.
Sendo esta a primeira agenda de trabalho, o vice-governador se comprometeu, em nome do governo, em manter com as instituições militares, representações de classe e parlamentares, o espaço de participação para a construção das propostas.
De nossa parte, afirmamos categoricamente que não permitiremos nenhuma perda, até por que são conquistas recentes, que brotaram do sangue do Cabo Valério, que alimentou nossa luta.
Abraços.

Subtenente Gonzaga

Dep. Federal

Belo Horizonte, 5 de fevereiro de 2019

5 CAUSAS COMUNS DA IMPOTÊNCIA SEXUAL EM HOMENS<\centro>



A disfunção erétil, ou impotência, é o pesadelo de muitos homens, de todas as idades.

E não é para menos 

O problema atinge desde jovens com menos de 25 anos até homens com idade entre 50 e 80 anos, sendo mais comum nesta faixa etária.

Isso porque a probabilidade de disfunção erétil aumenta com a idade: 22% dos homens com mais de 60 anos e 30% dos homens com mais de 70 anos sofrem de impotência.

A disfunção erétil acontece quando um homem é incapaz de obter ou manter uma ereção rígida o suficiente para uma relação satisfatória.

Diabetes, hipertensão arterial, tabagismo, obesidade e sedentarismo são alguns dos fatores de risco para a impotência.

Mas quais são as causas do problema?

Nós listamos as cinco principais delas:

1. Doenças


Condições médicas graves, como doenças cardíacas, podem ser a origem de sua disfunção erétil.

Vale dizer que as causas de doenças cardíacas e da disfunção erétil são muito semelhantes.

Mas os sintomas da impotência podem ocorrer mais precocemente do que os da doença cardíaca em razão de problemas cardiovasculares como a aterosclerose.

Acredita-se que a aterosclerose, o estreitamento dos vasos sanguíneos em todas as partes do corpo, seja a causa mais comum de disfunção erétil e um sinal de alerta de um futuro ataque cardíaco ou derrame cerebral.

Outras condições médicas que colocam os homens em risco de disfunção erétil são doença renal crônica, esclerose múltipla e doença de Peyronie (Tecido cicatricial fibroso dentro do pênis que causa ereções curvas e dolorosas.).

2. Medicamentos


Você está tomando algum medicamento prescrito ou vendido sem receita regularmente?

Certos medicamentos podem dificultar a obtenção ou manutenção de uma ereção, como antidepressivos, anti-histamínicos ou medicamentos para pressão alta.

Embora essas drogas possam tratar uma condição, elas também podem afetar os hormônios, os nervos ou a circulação sanguínea, o que pode aumentar o risco de disfunção erétil.

3. Angústia emocional


Problemas de relacionamento que causam estresse podem levar a dificuldades na cama.

Depressão, ansiedade, baixa autoestima, culpa e medo de fracasso sexual são outros fatores que contribuem para isso.

4. Estilo de vida


Homens com excesso de peso, fumantes habituais, alcoólatras ou usuários de drogas são mais propensos a apresentar disfunção erétil.

Comer alimentos ricos em flavonoides, como melancia, ajuda a reduzir o risco de impotência.

Importante dizer que o aumento da ingestão de flavonoides também ajuda os homens a fumar menos, a beber menos e a se exercitar mais.

5. Lesão Física


O exercício físico é ótimo para sua saúde, mas é preciso ter cuidado com qualquer atividade que possa machucar sua região genital, como uma bolada ou chute.

Lesões nessas áreas do corpo podem causar disfunção erétil.

Com a crescente popularidade do ciclismo, os homens expressaram preocupação sobre se este exercício contribui para a disfunção.

Um estudo recente publicado no Journal of Men's Health concluiu que não havia relação entre o uso de bicicleta e a disfunção erétil.


   Atualmente, mais de 30 milhões de americanos sofrem de disfunção erétil.


No Brasil, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 15 milhões de brasileiros – ou 30% da população masculina economicamente ativa – sofrem com a disfunção erétil.


A estimativa é que haja 320 milhões de impotentes em todo o mundo até 2025.       
fonte: cura pela natureza 


Atenção: Esse Blog é apenas Informativo, ele não substitui um especialista, consulte sempre seu Médico...Remédios Naturais também tem Efeitos Colaterais.

Fonte: https://dicasfaceiscaseiras.blogspot.com/2018/10/como-tratar-a-impotencia-em-homens.html?m=1