SP: polícia investiga participação de filho de 13 anos em morte de PMs
Luis Marcelo Pesseghini - sargento da Rondas Ostensivas
Tobias de Aguiar (Rota) -, 40 anos, sua mulher Andreia Regina Bovo
Pesseghini - cabo da PM -, 35 anos, o filho deles, Marcelo
Eduardo, foram encontrados mortos a tiros na sala da casa, na rua Dom
Sebastião, na Brasilândia, zona norte da capital paulista. Na mão
esquerda do menino e sob o seu corpo havia uma pistola de calibre 40.
Na casa que fica anexa, no mesmo terreno,
estavam Benedita Oliveira Bovo, 65 anos, mãe de Andreia, e Bernardete
Oliveira da Silva, 55 anos, irmã de Benedita. As mulheres foram
encontradas mortas em camas diferentes, mas no mesmo quarto.
Uma testemunha contou em depoimento que estranhou o fato
de a casa estar aberta, com as luzes acesas, e ninguém atender. Por
isso, chamou a polícia. Na garagem foi encontrada uma mochila com uma
faca, uma arma calibre 32 e outros objetos.
O carro de Andreia, um Corsa Classic, não estava na
garagem, e foi encontrado mais tarde na rua Professor João Machado, na
Freguesia do Ó, a 60 metros da escola onde Marcelo estudava.
Um exame preliminar no local indica que eles morreram
entre a noite de domingo e a madrugada de segunda-feira. A arma de
calibre 40 era herança do avô materno do garoto, que também
foi policial.
Os corpos foram encaminhados para o Instituto Médico
Legal (IML). A perícia vai fazer exame toxicológico para saber se as
vítimas estavam sob efeito de algum medicamento. Também foi
solicitada balística para definir o perfil do atirador. Os corpos também
passarão por teste de detecção de vestígios de pólvora na mão, mas o
exame não é considerado 100% eficaz.
Chacina de família desafia polícia em São Paulo
Cinco pessoas da mesma família foram encontradas mortas na noite de segunda-feira, dia 5 de agosto, dentro da casa onde moravam, na Brasilândia, zona norte de São Paulo. Entre os mortos, estavam dois policiais militares - o sargento Luis Marcelo Pesseghini, 40 anos, e a mulher dele, a cabo de Andreia Regina Bovo Pesseghini, 35 anos. O filho do casal, Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, 13 anos, também foi encontrado morto, assim como a mãe de Andreia, Benedita Oliveira Bovo, 65 anos, e a irmã de Benedita, Bernardete Oliveira da Silva, 55 anos.
Cinco pessoas da mesma família foram encontradas mortas na noite de segunda-feira, dia 5 de agosto, dentro da casa onde moravam, na Brasilândia, zona norte de São Paulo. Entre os mortos, estavam dois policiais militares - o sargento Luis Marcelo Pesseghini, 40 anos, e a mulher dele, a cabo de Andreia Regina Bovo Pesseghini, 35 anos. O filho do casal, Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, 13 anos, também foi encontrado morto, assim como a mãe de Andreia, Benedita Oliveira Bovo, 65 anos, e a irmã de Benedita, Bernardete Oliveira da Silva, 55 anos.
A investigação descartou que o crime tenha sido um
ataque de criminosos aos dois PMs e passou a considerar a hipótese de
uma tragédia familiar: o garoto teria atirado nos pais, na avó e na
tia-avó e cometido suicídio. A teoria foi reforçada pelas imagens das
câmeras de segurança da escola onde Marcelo estudava: o adolescente
teria matado a família entre a noite de domingo e as primeiras horas de
segunda-feira, ido até a escola com o carro da mãe, passado a noite no
veículo, assistido à aula na manhã de segunda e se matado ao retornar
para casa.
Os vídeos gravados pelas câmeras mostraram o carro de
Andreia sendo estacionado em frente ao colégio por volta da 1h15 da
madrugada de segunda-feira. Porém, a pessoa que estava dentro do veículo
só desembarcou às 6h30 da manhã. O indivíduo usava uma mochila e tinha
altura compatível à do menino: ele saiu do carro e caminhou em direção à
escola.