'DW': Estudo diz que fumar gera mutações genéticas








Pesquisadores demonstram como cigarro altera o DNA 


Matéria publicada nesta sexta-feira (4) pelo Deutsche Welle revela que fumar aumenta os riscos de pelo menos 17 tipos de câncer – sobretudo na garganta, na boca e no pulmão – já foi provado por vários estudos. 
reportagem do Welle diz que agora cientistas conseguiram demonstrar, pela primeira vez, que o cigarro gera mudanças celulares nos tecidos dos órgãos – estejam eles expostos direta ou indiretamente à fumaça.
O diário afirma que cientistas do Instituto Britânico Wellcome Trust Sanger e do Laboratório Los Alamos, nos Estados Unidos, analisaram cinco mil tumores, comparando o câncer de fumantes com o de não fumantes. A análise ofereceu informações relevantes a partir dos traços genéticos encontrados nos tumores dos pacientes fumantes.






Marcas do tabagismo podem ser detectadas até 30 anos depois.
Marcas do tabagismo podem ser detectadas até 30 anos depois
De acordo com o noticiário, estudo publicado pela revista Science verificou que o dano genético poderia ser causado por diferentes mecanismos. Os pesquisadores descobriram que determinadas "impressões digitais” moleculares, também conhecidas como "assinaturas”, eram predominantes no DNA dos fumantes.


Segundo a análise dos pesquisadores, as células que entram em contato direto com a fumaça inalada foram as mais prejudicadas pelas substâncias cancerígenas que diretamente causam a alteração no DNA da célula. Isso se verificou não apenas nos pulmões, mas também na cavidade oral, faringe e esôfago, informa o Deutsche Welle. 
O estudo também revelou que há pelo menos cinco processos diferentes de danos ao DNA devido ao tabagismo. O mais verificado foi um processo que pareceu acelerar o relógiocelular, envelhecendo e alterando de forma prematura o material genético, finaliza Deutsche Welle.



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